Linhas de marionete: por que esses sulcos aparecem ao redor da boca?

O tratamento para linhas de marionete começa pela compreensão de que esses sulcos não surgem apenas porque a pele ficou mais flácida. O envelhecimento do terço inferior do rosto envolve mudanças em diferentes camadas, incluindo ossos, gordura, músculos, ligamentos e pele.

As linhas de marionete descem aproximadamente dos cantos da boca em direção à mandíbula. Conforme ficam mais marcadas, podem criar sombras que fazem os cantos dos lábios parecerem direcionados para baixo.

Por esse motivo, algumas pessoas percebem uma aparência mais cansada, triste ou pesada mesmo quando estão com o rosto completamente relaxado.

A literatura científica descreve essas linhas como resultado de uma interação complexa entre reabsorção óssea, alterações nos compartimentos de gordura, ação muscular, pontos de fixação dos tecidos, gravidade e envelhecimento da pele.

Portanto, preencher diretamente o sulco não representa necessariamente a melhor estratégia para todos os pacientes.

Tratamento para linhas de marionete começa pela identificação da causa

A mesma linha pode apresentar origens diferentes em pessoas diferentes.

Em determinados pacientes, existe perda importante de sustentação ao redor da boca. Em outros, a movimentação muscular e a queda do canto labial apresentam participação mais evidente.

Também podem existir alterações na mandíbula, perda de volume, deslocamento de gordura, flacidez da pele ou uma combinação desses fatores.

Uma revisão anatômica publicada recentemente reforça justamente que as linhas de marionete possuem origem multifatorial e precisam ser avaliadas considerando diferentes planos da face.

Dessa forma, o tratamento para linhas de marionete deve ser planejado após observar o rosto como um conjunto, especialmente a relação entre bochechas, cantos da boca, queixo, mandíbula e região lateral da face.

O que exatamente são as linhas de marionete?

As linhas de marionete são sulcos localizados no terço inferior da face.

Elas começam próximas aos cantos da boca e descem em direção à mandíbula. O nome surgiu porque esse desenho lembra as linhas laterais da boca de determinados bonecos de marionete.

Na literatura médica, também podem aparecer descritas como sulcos labiomentonianos laterais ou dobras localizadas entre a região da boca e a mandíbula.

Esses sulcos podem ser discretos inicialmente. Entretanto, conforme diferentes estruturas envelhecem, a transição entre o canto da boca e o queixo pode ficar progressivamente mais marcada.

Estudos sobre o envelhecimento da região perioral incluem as linhas de marionete entre os sinais característicos das mudanças do terço inferior da face.

Por que elas podem deixar a expressão mais triste?

O formato dos cantos da boca influencia bastante a leitura que fazemos de uma expressão.

Quando os tecidos ao redor dessa região descem, os cantos dos lábios podem adquirir uma orientação mais inferior.

As sombras produzidas pelas linhas de marionete acentuam essa impressão.

Assim, a pessoa pode estar descansada e emocionalmente bem, mas perceber no espelho uma expressão que parece cansada ou triste.

Isso não significa que exista qualquer relação entre essas linhas e o estado emocional.

Trata se apenas de uma consequência visual das mudanças de contorno e das sombras formadas no terço inferior.

O envelhecimento facial realmente aprofunda as linhas de marionete?

Sim.

Com o passar dos anos, diferentes camadas do rosto sofrem transformações.

A pele apresenta mudanças de colágeno, elasticidade e espessura. Ao mesmo tempo, compartimentos de gordura podem perder volume ou mudar de posição.

Além disso, alterações ósseas modificam os pontos de apoio dos tecidos.

Uma revisão sobre envelhecimento perioral destaca justamente a participação da reabsorção óssea, da ação muscular, da gravidade, das mudanças da pele e de alterações estruturais no desenvolvimento de linhas ao redor da boca.

Consequentemente, uma linha que era praticamente imperceptível pode se tornar mais profunda com o passar do tempo.

A perda de sustentação facial influencia?

Influencia bastante em muitos pacientes.

O rosto não funciona como uma camada única de pele apoiada diretamente sobre o osso.

Entre essas estruturas existem compartimentos de gordura, músculos, ligamentos e outros tecidos responsáveis por volume e sustentação.

Com o envelhecimento, determinadas áreas podem perder suporte enquanto outras apresentam deslocamento dos tecidos.

Na região inferior da face, essas mudanças contribuem para perda de definição da mandíbula, formação de pequenas quedas laterais e aprofundamento dos sulcos próximos aos cantos da boca.

Por esse motivo, o planejamento pode precisar olhar além da própria linha de marionete.

Perder volume nas bochechas pode piorar as linhas ao redor da boca?

Pode contribuir.

O terço médio da face ajuda a sustentar os tecidos que ficam abaixo dele.

Conforme determinados compartimentos de gordura perdem volume ou mudam de posição, a distribuição das forças sobre o terço inferior também se modifica.

Em algumas pessoas, essa mudança favorece maior concentração de tecido próximo ao sulco nasogeniano, ao canto da boca e à mandíbula.

O Instituto Matheus Arantes também aborda esse conceito ao explicar que bochechas caídas podem envolver pele, gordura, ligamentos e estrutura óssea, e que simplesmente adicionar grandes volumes de produto nem sempre trata a verdadeira origem da alteração.

Assim, corrigir apenas a linha visível pode gerar um resultado limitado quando existe perda de sustentação em outras regiões.

A estrutura óssea também muda com a idade?

Sim.

O envelhecimento facial também envolve mudanças do esqueleto.

Mandíbula e maxila fornecem pontos importantes de sustentação para os tecidos do terço inferior.

Com o passar dos anos, alterações nesse suporte podem contribuir para mudanças na posição dos tecidos e para o aparecimento de sulcos.

Um consenso sobre tratamento das linhas de marionete destaca que maxila, mandíbula e dentes participam do suporte dos tecidos da região inferior do rosto. Mudanças nessas estruturas podem favorecer descida dos compartimentos de gordura e formação de linhas.

Portanto, a aparência da pele pode refletir alterações que começaram em planos muito mais profundos.

A perda de colágeno também interfere?

Sim, mas ela representa apenas uma parte do processo.

Com o envelhecimento, a pele perde gradualmente parte de sua firmeza e capacidade de adaptação.

Essas mudanças podem deixar sulcos e depressões mais perceptíveis.

Por outro lado, estimular colágeno sem avaliar volume, movimentação e suporte estrutural pode não corrigir completamente uma linha de marionete profunda.

O envelhecimento facial ocorre simultaneamente em diferentes planos. Por isso, tratar apenas a superfície nem sempre gera o resultado esperado.

Emagrecer pode deixar as linhas de marionete mais aparentes?

Pode acontecer em algumas pessoas.

Durante uma perda significativa de peso, parte do volume dos compartimentos de gordura facial também pode diminuir.

Quando isso acontece, determinadas regiões perdem suporte e sulcos previamente discretos podem ficar mais evidentes.

A intensidade dessa mudança depende da anatomia, idade, qualidade da pele, quantidade de peso perdida e distribuição individual da gordura facial.

O Instituto Matheus Arantes explica que o emagrecimento pode modificar os compartimentos de gordura e evidenciar flacidez, sulcos e alterações do contorno.

Consequentemente, o tratamento para linhas de marionete após uma perda importante de peso também precisa considerar o rosto como um todo.

A musculatura pode puxar o canto da boca para baixo?

Pode.

Um dos músculos envolvidos nessa dinâmica é o depressor do ângulo da boca.

Como o próprio nome sugere, ele participa do movimento que direciona o canto da boca para baixo.

Em algumas pessoas, sua atividade pode contribuir para uma maior depressão do canto labial e acentuar a região próxima às linhas de marionete.

Entretanto, o músculo não explica sozinho todos os casos.

Uma revisão recente sobre anatomia e tratamento das linhas de marionete destaca que a ação muscular pode participar junto com perda volumétrica, alterações de tecidos e envelhecimento estrutural.

Por isso, avaliar o rosto em movimento também é importante.

Linhas de marionete podem aparecer em pessoas jovens?

Podem.

Embora sejam mais associadas ao envelhecimento, anatomia individual também interfere.

Formato facial, posição dos músculos, distribuição da gordura, estrutura mandibular e características dos tecidos podem fazer com que determinadas pessoas desenvolvam esses sulcos mais cedo.

Além disso, diferenças anatômicas entre populações também foram descritas na literatura científica.

Portanto, idade isolada não determina o aparecimento das linhas.

O envelhecimento tende a intensificá las, mas algumas pessoas apresentam predisposição estrutural maior.

Linhas de marionete são apenas rugas?

Não exatamente.

Uma ruga superficial está predominantemente relacionada à própria pele.

Já as linhas de marionete podem envolver uma dobra mais profunda formada pela interação entre diferentes tecidos.

Nesses casos, existe uma mudança no relevo facial.

Por isso, usar apenas produtos tópicos ou procedimentos destinados exclusivamente à superfície da pele pode produzir melhora limitada quando a alteração principal está em planos estruturais.

Essa diferença ajuda a explicar por que o tratamento para linhas de marionete pode envolver diferentes técnicas.

Qual é o melhor tratamento para linhas de marionete?

Não existe um único procedimento ideal para todos os pacientes.

A escolha depende da causa predominante.

Preenchimentos com ácido hialurônico podem ser considerados quando existe perda de volume ou necessidade de melhorar determinados pontos de suporte.

Toxina botulínica pode ter papel em casos selecionados com forte participação da musculatura depressora.

Bioestimuladores e determinadas tecnologias podem entrar no planejamento quando qualidade da pele e flacidez apresentam relevância.

Além disso, alterações avançadas de tecidos podem exigir estratégias diferentes daquelas utilizadas em quadros iniciais.

Uma revisão publicada em 2025 reforça justamente que as linhas de marionete são multifatoriais e podem se beneficiar de uma abordagem que combine técnicas conforme a anatomia encontrada.

Ácido hialurônico pode melhorar as linhas de marionete?

Pode ser uma opção em pacientes selecionados.

Preenchedores de ácido hialurônico podem restaurar volume em determinados planos e reduzir a profundidade de sulcos.

Entretanto, preencher toda a linha diretamente nem sempre representa a melhor estratégia.

Em pacientes mais maduros, por exemplo, perda volumétrica de outras regiões da face pode contribuir para o aparecimento das linhas. Nesses casos, tratar pontos de suporte antes de abordar diretamente o sulco pode produzir uma correção mais equilibrada.

Por isso, quantidade e local de aplicação devem ser definidos de maneira individual.

Preencher diretamente a linha pode pesar o rosto?

Pode acontecer quando existe excesso de produto ou quando a verdadeira causa não é falta de volume naquele local.

Se o paciente apresenta predominantemente queda dos tecidos, acrescentar grandes quantidades de preenchimento no sulco pode aumentar o volume sem resolver adequadamente a flacidez.

O resultado pode parecer pesado.

Por isso, o Instituto Matheus Arantes reforça que, no terço inferior, adicionar preenchimento indiscriminadamente pode não tratar o fator predominante e que pele, gordura e estrutura óssea precisam ser avaliadas.

O objetivo não deve ser apagar completamente cada linha.

A proposta é recuperar equilíbrio e suavizar sombras preservando as proporções naturais.

Preenchimento apresenta riscos?

Sim.

Preenchedores são procedimentos médicos e não são isentos de complicações.

Inchaço, sensibilidade, vermelhidão e hematomas estão entre os efeitos mais comuns após aplicação.

Também podem ocorrer nódulos, inflamação e infecção.

Embora seja rara, uma das complicações mais graves é a injeção acidental do produto em um vaso sanguíneo. A FDA alerta que uma oclusão vascular pode causar necrose da pele e, em situações graves, alterações visuais, cegueira ou acidente vascular cerebral.

Por esse motivo, conhecimento anatômico, escolha adequada do produto e capacidade de reconhecer complicações são essenciais.

Toxina botulínica pode ajudar nas linhas de marionete?

Pode fazer parte do tratamento quando a atividade muscular que direciona os cantos da boca para baixo apresenta participação relevante.

O alvo mais discutido nesses casos é o músculo depressor do ângulo da boca.

Ao reduzir temporariamente sua ação, a toxina pode diminuir a força que puxa os cantos labiais para baixo em determinados pacientes.

Uma revisão anatômica publicada em 2023 descreve a utilização da toxina nesse músculo para tratar cantos da boca voltados para baixo.

Um consenso de 2026 também identificou essa alteração como uma das principais indicações para tratamento do músculo depressor do ângulo da boca com toxina.

Entretanto, a toxina não repõe volume e não corrige sozinha flacidez importante.

Aplicar toxina nessa região pode alterar o sorriso?

Pode, principalmente quando o produto atinge músculos vizinhos.

A musculatura do terço inferior possui funções importantes na movimentação dos lábios.

O depressor do ângulo da boca fica próximo de outros músculos que participam do sorriso e do movimento do lábio inferior.

Uma revisão anatômica alerta que a aplicação inadequada pode provocar assimetria do sorriso devido à difusão da toxina para músculos próximos.

Por isso, indicação, quantidade e localização precisam ser cuidadosamente planejadas.

Bioestimuladores podem tratar linhas de marionete?

Bioestimuladores podem participar de estratégias voltadas à qualidade e sustentação dos tecidos.

Entretanto, eles não devem ser apresentados como uma forma de preencher imediatamente uma linha profunda.

Uma revisão sistemática sobre agentes bioestimuladores encontrou um papel crescente dessas substâncias no rejuvenescimento facial, mas também ressaltou que ainda existem limitações nos dados quantitativos disponíveis para determinadas aplicações.

A hidroxiapatita de cálcio, por exemplo, possui estudos e consensos envolvendo rejuvenescimento do terço inferior. Entretanto, técnica, concentração e objetivo precisam ser individualizados.

Assim, bioestimulação pode ser complementar quando alterações da qualidade dos tecidos também participam do quadro.

Tecnologias para flacidez podem ajudar?

Podem ser consideradas quando perda de firmeza participa de maneira relevante.

Tecnologias que atuam em diferentes profundidades podem estimular remodelação dos tecidos e fazer parte de um planejamento para o terço inferior.

Entretanto, flacidez, perda de volume e ação muscular são problemas diferentes.

Uma tecnologia destinada à firmeza não substitui automaticamente uma correção estrutural quando existe deficiência de suporte.

Da mesma forma, preencher uma área não resolve necessariamente uma alteração predominantemente relacionada à pele.

O tratamento para linhas de marionete precisa separar esses componentes antes da escolha da técnica.

Fios de sustentação resolvem as linhas de marionete?

Fios podem ser utilizados em determinados pacientes, porém a indicação exige cautela.

A literatura descreve técnicas com fios entre as estratégias existentes para linhas de marionete. Entretanto, resultados dependem da anatomia, da quantidade de tecido, do grau de flacidez e da técnica empregada.

Por isso, não existe garantia de que um fio isoladamente consiga corrigir todos os mecanismos responsáveis pelo sulco.

Em quadros com envelhecimento estrutural importante, a avaliação deve considerar também outras alternativas.

Cremes eliminam linhas de marionete?

Cremes podem contribuir para hidratação e qualidade geral da pele, mas possuem limitações quando existe uma dobra estrutural profunda.

Produtos tópicos não reposicionam compartimentos de gordura nem restauram suporte ósseo.

Também não modificam de maneira significativa a força de músculos que atuam sobre os cantos da boca.

Por isso, cuidados com a pele são importantes para saúde e qualidade cutânea, mas não devem ser apresentados como equivalentes a procedimentos destinados a alterações profundas.

O tratamento precisa apagar completamente a linha?

Não.

Linhas e dobras fazem parte da anatomia e da expressão facial.

Buscar eliminar completamente todos os sulcos pode exigir excesso de produto ou intervenções desproporcionais.

Em muitos pacientes, uma melhora natural significa reduzir profundidade, suavizar sombras e recuperar pontos estratégicos de sustentação.

O rosto continua apresentando movimento e características individuais.

Esse princípio também aparece no conteúdo do Instituto Matheus Arantes sobre rejuvenescimento depois dos 40, que propõe recuperar equilíbrio e sustentação sem tentar apagar a idade ou modificar a identidade facial.

É possível combinar tratamentos?

Sim.

Como as linhas de marionete podem apresentar várias causas simultaneamente, uma abordagem combinada pode fazer sentido em alguns casos.

Uma estratégia pode melhorar suporte estrutural enquanto outra atua sobre qualidade da pele.

Em determinados pacientes, o componente muscular também pode ser tratado.

Entretanto, combinar procedimentos não significa realizar tudo ao mesmo tempo ou utilizar o maior número possível de técnicas.

O planejamento precisa identificar o que realmente participa do problema.

Quando a flacidez é muito intensa, procedimentos não cirúrgicos sempre resolvem?

Não.

Existe um limite para aquilo que tratamentos não cirúrgicos conseguem modificar.

Quando existe excesso significativo de pele e deslocamento importante dos tecidos, procedimentos menos invasivos podem produzir melhora, mas não oferecem o mesmo grau de reposicionamento de uma cirurgia.

Por isso, expectativas precisam ser discutidas durante a avaliação.

A indicação adequada também significa reconhecer quando determinada técnica não será suficiente para entregar a mudança desejada.

Como é feita a avaliação das linhas de marionete?

Uma avaliação completa não observa apenas o sulco.

O profissional pode analisar o rosto em repouso e durante movimentos, além de avaliar bochechas, cantos da boca, queixo, mandíbula e distribuição dos volumes faciais.

A qualidade da pele também precisa ser considerada.

Fotografias em diferentes posições podem ajudar a documentar as proporções e acompanhar mudanças.

Além disso, idade, tratamentos prévios e expectativas influenciam a escolha do procedimento.

Esse conjunto de informações permite decidir se o tratamento para linhas de marionete deve priorizar sustentação, volume, musculatura, pele ou diferentes componentes.

Existe idade certa para começar o tratamento?

Não existe uma idade universal.

Algumas pessoas percebem essas linhas precocemente devido às próprias características anatômicas.

Outras desenvolvem sulcos mais evidentes apenas após mudanças relacionadas ao envelhecimento.

Portanto, a indicação não deve ser determinada somente pela idade.

O que importa é a alteração presente, o grau de incômodo e a possibilidade de realizar uma intervenção proporcional.

Quando procurar uma avaliação?

A avaliação pode ser considerada quando os sulcos próximos aos cantos da boca começam a gerar incômodo ou quando a pessoa percebe uma mudança progressiva na expressão facial.

Também pode ser útil quando existe sensação de queda dos cantos da boca, perda de contorno da mandíbula ou maior concentração de tecido no terço inferior.

Identificar precocemente qual estrutura está se modificando ajuda a evitar tratamentos padronizados.

Isso também permite estabelecer expectativas mais realistas sobre o que cada técnica consegue melhorar.

Tratamento para linhas de marionete precisa considerar todo o terço inferior

O tratamento para linhas de marionete não deve ser planejado considerando apenas a profundidade do sulco. Essas linhas surgem por uma combinação que pode envolver reabsorção óssea, alterações dos compartimentos de gordura, ação muscular, ligamentos, gravidade e envelhecimento da pele.

Por isso, preenchimento com ácido hialurônico pode ser adequado para alguns pacientes, enquanto toxina botulínica, bioestimulação, tecnologias ou outras estratégias podem ter objetivos diferentes.

Além disso, acrescentar volume diretamente sobre toda linha nem sempre representa a abordagem mais natural.

No Instituto Matheus Arantes, a avaliação pode considerar sustentação facial, movimentação, qualidade da pele, distribuição de volumes, queixo e contorno mandibular antes da definição do tratamento.

Dessa forma, o tratamento para linhas de marionete pode buscar suavizar sulcos e recuperar equilíbrio no terço inferior sem aumentar desnecessariamente o volume do rosto ou modificar a identidade facial.